Sanus Viventium
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Vídeo Games - Oitava Arte?
Vídeo Games - Oitava Arte?
Oi gente. Vim agora discutir um tema que gosto muito. Os jogos, ou vídeo-games. Pra muitos considerados brincadeiras de crianças e para outros (quase na mesma quantidade) considerados uma forma de arte e entretenimento. O que vocês acham? Pode ser considerado arte? Leiam o texto abaixo que tirei de outro blog. Em seguida, vou postar alguns vídeos de jogos que gosto muito. O que acham de publicações contendo história (algo que prezo muito como sabem) de alguns dos meus favoritos? Não esqueçam de dar o like de vocês e comentar.
O videogame pode se tornar a oitava arte?
Fonte: Bit a Bit
Na feira E3 (Electronic Entertainment Expo) de 2012 em Los angeles foi exibida uma mostra incluindo cenários e trilhas sonoras de videogames. Os organizadores queriam demonstrar que o videogame é uma forma de arte. Não sou usuário frequente dos games, mas admito que esse ramo do entretenimento tem todo direito a pleitear o estatuto de arte. Certamente, são poucos os games que extrapolam o nível do passatempo raso, mas não há o que reclamar porque o besteirol predomina também nas chamadas artes elevadas como cinema, literatura e teatro. Talvez, o videogame seja a forma de expressão mais nova entre as que disputam a posição de oitava arte. Se formos seguir a ordem cronológica, diria que o videogame pode no máximo ficar com a décima posição, depois da fotografia e da televisão.
Essa história de identificar as artes por números começou no início do século XX. Em um manifesto de 1912, o italiano Riccioto Canudo cita sete artes pela ordem: Arquitetura, Escultura, Pintura, Música, Dança, Poesia e Cinema. O pioneirismo desse manifesto está em colocar o cinema na sétima posição, tendo em vista que naquela época os filmes eram uma novidade em início de trajetória. Naquela época de cinema mudo pouca gente botava fé na possibilidade de ele se tornar uma arte de alto nível. Exatamente um século depois os céticos continuam batendo ponto nas redações. O crítico americano de cinema Roger Ebert é um dos que afirmam categoricamente que o videogame nunca será arte. Ele alega razões como o fato de que o videogame não é fruto do gênio individual. Estranho argumento para um crítico de cinema, já que filmes são obras de arte essencialmente coletivas.
Será que existe substância nos videogames para que pelo menos uma pequena parte deles possa ser considerada arte? Não sou especialista em games, mas nessa hora sempre lembro dos tempos em que eu jogava Age of Empires com meus filhos. Nesse jogo de estratégia o objetivo é criar um império que se sobressai entre outras civilizações vizinhas. Há várias estratégias para ganhar o jogo. Uma delas é ser obstinado para fazer sua civilização avançar na economia e na tecnologia. O administrador não pode descuidar da defesa, pois invasores rondam as fronteiras. Uma outra maneira de vencer o jogo é pelo ímpeto militar. Desenvolva um exército forte e extermine as civilizações incipientes à sua volta. Como se vê, esse jogo criativo nos ensina algumas lições sobre geopolítica. Até onde eu sei, imitar a realidade com perfeição é uma dos eixos centrais da arte. Os games criam mundos artificiais que podem ter uma ligação de verossimilhança com o mundo real. Ao contrário de um romance que tem enredo único, o game admite várias trajetórias narrativas, o que não quer dizer que seja aleatório. As opções são controladas por quem desenvolveu o game. Games coletivos como o World of Warcraft nos remetem à mitologia, a categorias antropológicas, mesmo que pareçam ingênuos aos pseudo intelectuais.
Será que existe substância nos videogames para que pelo menos uma pequena parte deles possa ser considerada arte? Não sou especialista em games, mas nessa hora sempre lembro dos tempos em que eu jogava Age of Empires com meus filhos. Nesse jogo de estratégia o objetivo é criar um império que se sobressai entre outras civilizações vizinhas. Há várias estratégias para ganhar o jogo. Uma delas é ser obstinado para fazer sua civilização avançar na economia e na tecnologia. O administrador não pode descuidar da defesa, pois invasores rondam as fronteiras. Uma outra maneira de vencer o jogo é pelo ímpeto militar. Desenvolva um exército forte e extermine as civilizações incipientes à sua volta. Como se vê, esse jogo criativo nos ensina algumas lições sobre geopolítica. Até onde eu sei, imitar a realidade com perfeição é uma dos eixos centrais da arte. Os games criam mundos artificiais que podem ter uma ligação de verossimilhança com o mundo real. Ao contrário de um romance que tem enredo único, o game admite várias trajetórias narrativas, o que não quer dizer que seja aleatório. As opções são controladas por quem desenvolveu o game. Games coletivos como o World of Warcraft nos remetem à mitologia, a categorias antropológicas, mesmo que pareçam ingênuos aos pseudo intelectuais.
Conquistar o respeito como arte elevada é um desafio que leva tempo. É preciso superar o preconceito contra o novo e é preciso que o novo mostre a que veio. Não é só o videogame que luta por reconhecimento. Muita gente acha que fotografia não é arte. Histórias em quadrinho, então, que absurdo! Da televisão nada se aproveita segundo os tradicionalistas. Para piorar, tem gente que separa as manifestações artísticas em grande arte e artes menores. Convenhamos, existe arte em toda parte. Arte é tudo que chamamos de arte e geralmente é aquilo que nos diz algo sobre a experiência de ser humano. A capacidade de gerar beleza, pensamento e sentimento não é exclusividade de meia dúzia de formas tradicionais de expressão. Arte pode existir no design de um carro, na proteção de tela do computador e na roupa que vestimos. Quem não vê isso, é porque não leva jeito para artista, nem para crítico.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
9 Passos Para Viver em Alta Performance
Gostei muito desse livro. Ele é curtinho, dá pra ler em um dia. Bom pra dar um Up nos seus objetivos.
Filme da Semana
Bom dia gente. Mais um filme pra vocês. Espero que gostem.
Título: Macbeth Ambição & Guerra
Sinopse: Macbeth (Michael Fassbender) é um general do exército escocês que trai seu rei após ouvir um presságio de três bruxas que dizem que ele será o novo monarca. Ele é altamente influenciado pela esposa Lady Macbeth (Marion Cotillard), uma figura manipuladora que sofre por não poder lhe dar filhos.
Um Algo A+:
História: Clique Aqui
Filme: Nesse Aqui
Não esqueçam de dar um like e postar sobre o que acharam do filme.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Fios de Prata
Olá gente. Como prometido, uma postagem nova, de um livro que acabei de terminar. Espero que gostem.

Mikael Santiago realizou o sonho de milhares de garotos. Aos 22 anos era o jogador brasileiro com o passe mais caro da história do futebol. Cercado de fama, fortuna e mulheres, era a próxima estrela a brilhar na constelação do Paris Saint German. Para muitos ele era um mito. Para outros uma nova celebridade instantânea. Mas para ele era simplesmente alguém que não sabia sonhar, afinal tudo que desejava estava em suas mãos. Mas às vezes, o que está por trás de um simples sonho - ou pesadelo - é muito maior do que um desejo inconsciente. A questão é que há séculos, Madelein, atual madrinha das nove filhas de Zeus elevadas à categoria de Musas, tornou-se senhora de um condado no Sonhar, responsável por estimular os sonhos despertos dos mortais. Uma jogada ambiciosa, porém, para ascender sua posição, acaba por iniciar uma guerra épica envolvendo os três deuses Morpheus, Phantasos e Phobetor, trazendo desordem a todo o planeta Terra. E uma ameaça aos fios de prata de mais de sete bilhões de sonhadores terrestres. Envolvido em meio a sonhos lúcidos e viagens astrais perigosas, a busca de Mikael pelo espírito da mulher amada, entretanto, torna-se peça fundamental em meio a uma guerra onírica. E coloca a prova a promessa de ir até o inferno por ela. E você, até onde iria por amor?
MinhaTeca
GDrive
Mikael Santiago realizou o sonho de milhares de garotos. Aos 22 anos era o jogador brasileiro com o passe mais caro da história do futebol. Cercado de fama, fortuna e mulheres, era a próxima estrela a brilhar na constelação do Paris Saint German. Para muitos ele era um mito. Para outros uma nova celebridade instantânea. Mas para ele era simplesmente alguém que não sabia sonhar, afinal tudo que desejava estava em suas mãos. Mas às vezes, o que está por trás de um simples sonho - ou pesadelo - é muito maior do que um desejo inconsciente. A questão é que há séculos, Madelein, atual madrinha das nove filhas de Zeus elevadas à categoria de Musas, tornou-se senhora de um condado no Sonhar, responsável por estimular os sonhos despertos dos mortais. Uma jogada ambiciosa, porém, para ascender sua posição, acaba por iniciar uma guerra épica envolvendo os três deuses Morpheus, Phantasos e Phobetor, trazendo desordem a todo o planeta Terra. E uma ameaça aos fios de prata de mais de sete bilhões de sonhadores terrestres. Envolvido em meio a sonhos lúcidos e viagens astrais perigosas, a busca de Mikael pelo espírito da mulher amada, entretanto, torna-se peça fundamental em meio a uma guerra onírica. E coloca a prova a promessa de ir até o inferno por ela. E você, até onde iria por amor?
MinhaTeca
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Olá
Oi gente. Faz um tempão que não escrevo nem posto nada. Estou passando por uns meses difíceis que me tomaram muito espaço na cabeça. Vou tentar postar com mais frequência agora. Espero que gostem.
domingo, 10 de abril de 2016
Seis táticas para vencer desafios mudando o ambiente físico
Alguns meses atrás, eu estava jogando muito Xbox. Estava indo bem em um jogo e o ambiente físico fazia com que cada tempo livre que eu tinha em casa fosse usado para iniciar mais uma partida.
Comecei a deixar de fazer coisas importantes, passei a dormir tarde, furei vários dias na academia. Sabia que precisava diminuir a quantidade de horas jogadas, mas simplesmente não conseguia.
Até que, um dia, ao voltar de uma viagem, liguei a tomada sem o transformador e, com a voltagem errada, o videogame queimou.
Ambiente físico modificado, problema resolvido: passei mais de seis meses sem jogar, e para ser honesto nem senti muita falta.
Contei essa pequena história só para mostrar como o ambiente físico que nos rodeia afeta nosso comportamento e como podemos manipular isso a nosso favor, para cumprir os desafios a que nos propomos.
Controle seu ambiente físico

Você já deve ter notado que, em restaurantes self-service, os pratos são bem maiores do que a média. Geralmente um terço maiores. Provavelmente do tamanho da bandeja que nossos avós usavam para almoçar.
Uma pesquisa da Universidade de Cornell demonstrou que as pessoas comem, em média, 92% do que estiver no prato. Independentemente do tamanho do prato.
Logo, esses pratos maiores que encontramos em restaurantes self-service podem equivaler a 33% mais comida consumida, sem necessidade.
Isso vale para quase tudo.
Se você tem uma sala de estar que é praticamente toda arquitetada para ter a televisão como objeto supremo, é bastante provável que você veja mais TV do que deveria. Se tem muitos doces na despensa, é provável que os coma. Se tem um smartphone repleto de aplicativos de redes sociais instalados, é provável que fique o checando a todo instante.
Muitas vezes nós tomamos decisões sobre os desafios que gostaríamos de cumprir, sobre a vida que gostaríamos de levar, mas raramente pensamos conscientemente sobre como moldar o nosso ambiente físico para favorecer – ou no mínimo não atrapalhar – aquela meta.
No livro Change Anything, um grupo de acadêmicos formado por Kerry Patterson, Ron McMillan, Joseph Grenny, Al Switzler e David Maxfield apresenta um conjunto de cinco táticas para que qualquer pessoa consiga cumprir seus objetivos com muito mais facilidade simplesmente controlando o ambiente físico (e virtual) que as cerca.
- Construa cercas: a primeira tática é que você crie regras inflexíveis e ações decisivas que mantenham você longe dos maus hábitos que queira modificar. Quanto mais barreiras você tiver, melhor. Por exemplo, se você está querendo beber menos álcool, não deve ter nenhuma garrafa dentro de casa, nem mesmo para visitas. Não deve também entrar em um bar, mesmo que só para beber água. Essas regras têm que ser criadas por você. Se forem impostas por outros, a possibilidade de você inventar maneiras criativas de burlá-las são enormes.
- Controle a distância: mantenha as coisas boas próximas e convenientes, e as coisas ruins, distantes e difíceis. Essa tática é o contrário de encarar a tentação de perto e se tornar mais forte que ela (o que funciona para algumas pessoas). O simples fato de afastar o pote de biscoitos da sua mesa para o armário a dois metros de distância já faz uma pessoa reduzir bastante o consumo de comida, por exemplo. Então, se você puder se distanciar dela, faça isso.
- Dicas de mudança: o ambiente que o rodeia pode ter grande impacto sobre o que prende sua atenção. Publicitários e decoradores de lojas sabem bem disso e montam ambientes propícios ao consumo. Você pode usar isso ao seu favor e deliberadamente montar um ambiente que dê a você pequenos alertas das coisas que você quer e não quer fazer. Os melhores alertas são aqueles que tiram você do piloto automático e o relembram dos compromissos que você assumiu consigo mesmo. Se você lê em inglês, veja este post no Medium sobre como colocar um alerta na senha do computador resultou numa grande mudança de hábitos.
- Ligue o piloto automático: transforme a preguiça em um aliado no seu processo de mudança. A tática aqui é estabelecer automatismos positivos na sua vida, para facilitar ao máximo que você cumpra as ações com as quais se comprometeu. Por exemplo, você pode colocar contas em débito automático, agendar um personal trainer para bater na sua porta às 7h da manhã, programar o computador para bloquear as redes sociais no seu horário de trabalho etc.
- Use ferramentas: recentemente falamos sobre como um wearable pode ajudar quem quer vencer o desafio de entrar em forma. Há uma tendência a condenarmos objetos físicos, sobretudo os mais modernos, mas o fato é que eles podem nos ajudar bastante a vencer diversos desafios, se usados com inteligência. Mesmo as redes sociais, tão condenadas como sugadoras de tempo, podem ser extremamente úteis se você as utilizar como uma maneira de prestar contas aos seus amigos e seguidores sobre as evoluções quem vem fazendo em determinado desafio.
Um exemplo prático de controle do espaço

Como exemplo prático, vamos pegar o desafio de Entrar em Forma, que desde o primeiro dia é o mais procurado do Mude.nu.
Como você poderia usar as seis táticas de controle de espaço para favorecer o seu desempenho?
Primeiramente, você deve construir cercas para obstruir o que tem atrapalhado o seu sucesso. No exemplo, para atrapalhar tudo o que possa prejudicar o seu desempenho no desafio: comer mal, não fazer exercícios, dormir pouco.
Assim, você deve dar uma limpa na despensa e na geladeira para tirar da sua casa todos os alimentos ruins (principalmente aqueles repletos de açúcar e trigo). Depois, deve diminuir os obstáculos entre você e o seu treino.
Se o seu exercício é correr, por exemplo, já durma com suas roupas de corrida e deixe os tênis e as meias já prontos ao lado da sua cama. De manhã, na primeira hora, já vá direto para o seu treino, sem obstáculos.
Para dormir mais, crie regras inflexíveis sobre o seu ambiente de sono: retire a televisão do quarto, desligue o notebook, proíba o smartphone na cama, apague todas as luzes.
Passe para a segunda tática e controle a distância.
Afaste da sua mesa de trabalho (se não for possível eliminar) potes de biscoitos e outras guloseimas que costumam se proliferar nos escritórios. Afaste tentações que atrapalham o seu treino pela manhã, deixando o smartphone longe até que volte da sua corrida matinal, por exemplo.
Em seguida, monte um ambiente para lhe dar dicas de mudança sobre o seu objetivo: coloque fotos do seu novo corpo como papel de parede do computador ou do smartphone, siga nas redes sociais pessoas que já tenham alcançado o objetivo que você almeja, reorganize seu guarda-roupas privilegiando roupas e acessórios esportivos, deixando-os bem à mostra.
O quinto passo é ligar o piloto automático. Programe com antecedência todas as refeições da semana. Programe um despertador para alertá-lo da hora de acordar, da hora de ir dormir, da hora do treino, da hora das refeições e do que mais for necessário. Use a tecnologia a seu favor.
Por fim, consiga as ferramentas corretas. Adquira um wearable ou um aplicativo no seu smartphone para fazer o acompanhamento dos seus treinos e refeições. Compre um par de tênis adequado. Contrate um personal trainer, se necessário.
Este exemplo é para o desafio de Entrar em Forma, mas você pode utilizar a técnica de controlar o seu ambiente físico para vencer qualquer um dos desafios do Mude.nu, ou qualquer outro desafio que você encare na sua vida.
Se você obtiver sucesso com alguma dessas táticas, por favor deixe um comentário dizendo o que você fez na prática e quais os resultados obtidos.
Fonte: http://mude.nu/ambiente-fisico/
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