sábado, 19 de março de 2016

Os 7 Pecados Capitais - Ilustrado Com As Princesas da Disney

Olá gente. Continuando mais uma vez nossa aventura teológica sobre esse assunto. Lembram que na postagem sobre as 7 virtudes, postei logo em seguida a representação dela junto das princesas disney? Pois é, adivinhem. O mesmo ilustrador também fez uma representação com os 7 pecados. Será que vocês concordam?

The Seven Deadly Sins Of Disney Princesses

Ganância: Ariel ( A Pequena Sereia0

Na concepção do artista, ele escolheu Ariel para representar a Ganância pelo fato de ela não estar completamente satisfeita com o que possui no mar. Tanto que, na busca por se tornar humana, perde a voz para a bruxa Ursula e quase faz com que todo o oceano seja governado pela mesma.

The Seven Deadly Sins Of Disney Princesses

Gula: Branca de Neve ( Branca de Neve e Os 7 Anões)

O artista coloca branca de neve como representante da gula por um simples motivo, bastou 1 mordida em 1 maçã para ela quase morrer. kkkk.

The Seven Deadly Sins Of Disney Princesses

Vaidade: Bela (A Bela e A Fera)

Neste caso, o artista escolheu Bela não pelo fato dela mesma ser vaidosa, mas sim por todos os outros personagens só prestarem atenção nela por sua beleza. Os problemas da história em si são todos causados pela Vaidade dos personagens.

Luxúria : Cinderela ( Cinderela)
O artista coloca Cinderela como nossa representante da luxúria. Não por um contexto sexua, mas sim pelo fato dela ter um desejo profundo de possuir algo ( Ir ao baile e dançar com o principe). Depois de dançar com o príncipe todos os pensamentos dela se voltam completamente para ele. O artista a ilustrou como um símbolo de tentação (Afinal, que mulher não gostaria de um sapato de cristal?)

 
Preguiça: Rosa/Aurora ( A Bela Adormecida)
Aqui, o artista seleciona Aurora para a Preguiça pelo simples motivo dela cair na maldição do sono. kkkk. 

 
Ira : Jasmim (Alladin)
O artista a selecionou para a Ira  pelo seu temperamento bem mais agressivo que o das outras princesas.


 
Inveja: Sininho/ Tinker Bell ( Peter Pan)
Qualquer pessoa que tenha assistido o filme sabe o motivo dela ter sido escalada para a Inveja. Os sentimentos entre Peter e Wend faziam a fadinha ficar mais verde que o de costume.



Como ter felicidade sem necessariamente estar feliz

Como ter felicidade sem necessariamente estar feliz


Felicidade

A maior lição que uma pessoa pode ter para curtir uma vida plena e livre de preocupações é aprender a observar os próprios pensamentos e as próprias emoções para ter mais felicidade. Nossa vida é o que nossos pensamentos fazem dela, de forma que, se você conseguir manter pensamentos felizes a maior parte do tempo, sua percepção sobre a vida mudará radicalmente.
Dois pontos devem ser considerados. O primeiro é que é difícil encontrar alguém 100% feliz. O segundo é que, para nosso cérebro, faz pouca diferença se somos “realmente” felizes ou se estamos apenas fingindo a sensação de felicidade.
Os benefícios serão os mesmos. Se tivermos pensamentos felizes, seremos felizes.
A nossa atitude mental é um fator que determina o nosso destino. O único problema que você tem a enfrentar na vida é escolher os pensamentos certos.
Essa talvez seja a frase mais importante para o autoaperfeiçoamento que você pode ler, em qualquer ocasião. Se vai preocupar-se com algo, preocupe-se apenas com isso: em se condicionar a manter os pensamentos corretos.
Antes de continuar, uma pausa para definir melhor felicidade.
Atualmente, o termo “felicidade” parece ter assumido valor de gozo dos sentidos, simples satisfação de necessidades biológicas que não diferem muito da felicidade animal. Como o desejo não pode jamais ser morto (pois logo surge outro no lugar), a felicidade pautada no gozo dos prazeres mundanos é relativa e termina sempre em seu oposto, a infelicidade.
Já na Grécia Antiga, filósofos como Platão e Aristóteles entenderam que a mera satisfação biológica não poderia ser o que define a felicidade humana, visto que os demais animais também as têm. Nossa diferença está na capacidade de contemplação.

A felicidade e o que você pensa

Nossa vida é o que nossos pensamentos determinam. Marco Aurélio
Se a vida é o que nossos pensamentos determinam, quando você escolhe ter pensamentos felizes, terá felicidade. Você não é o que pensa que é. O que você pensa, você é.
O problema é que somos criaturas de emoção, e não de lógica. A emoção é muito mais rápida do que o pensamento. Dessa forma, quando vemos já estamos com um estado emocional ruim e nem deu tempo de tentar controlar os pensamentos.
Se a felicidade não depende de dinheiro, do local onde vivemos, das coisas que acontecem, mas sim unicamente da nossa atitude mental, porque é que não está todo mundo feliz no meio da rua?
Por que nós temos milhões de pensamentos e emoções durante um único dia. Controlá-los não é uma tarefa tão simples.
A ação parece seguir-se ao sentimento, mas, na realidade, a ação e o sentimento andam juntos. Regulando-se a ação, que está sob o controle mais direto da vontade, podemos, indiretamente, regular o sentimento, quando não o está. William James
É difícil que você consiga modificar instantaneamente suas emoções apenas por que quer. O que você pode fazer é modificar as suas ações. É começar a trabalhar conscientemente para manter os pensamentos positivos e afastar os negativos.
Induza em si mesmo a sensação de felicidade, tomando atitudes felizes, mesmo sem estar feliz “na realidade” (realidade é um conceito bem discutível).
Para isso, você precisa condicionar o seu cérebro para manter esses estados de bem-estar. Isso é feito com repetição e com o uso das chamadas âncoras.
Um exemplo de âncora bastante simples: quando você sente o cheiro de uma comida de que gosta, tem vontade de comer. Quando você ouve uma música instigante, seu nível de motivação aumenta. Quando vê algo que lhe lembra uma situação triste, fica para baixo.
Assim, âncoras nada mais são do que associações que o nosso cérebro faz entre duas coisas. Muitas vezes, essas associações não possuem nenhum sentido lógico, mas geram seus efeitos mesmo assim.
Um homem é o que ele pensa o dia todo. Emerson
Aqui vão algumas dicas de como disparar emoções positivas, algumas obtidas do excelente livro A Arte da Felicidade, do Dalai Lama:
Sorria
Se você vai agir como se estivesse feliz, sorrir é o primeiro passo. Já reparou como quem está muito feliz não consegue conter o sorriso no rosto? Isso você pode fazer mesmo que esteja no pior dia da sua vida. Basta levantar os músculos do canto da boca, apertar um pouco os olhos, mostrar os dentes. Uma coisa fantástica de sorrir para tudo e para todos é que as pessoas – e a própria vida – passam a sorrir de volta para você.
Coloque alguma música
A música é a única forma de arte de que todos gostam. Elas mexem com as nossas emoções. Escolha as dedos as músicas que levantam o seu astral – não importa o ritmo – e comece a escutá-las com mais freqüência. Escute a caminho de casa ou do trabalho, quando se exercita, quando trabalha. Sorrindo e ouvindo boa música, você pode até começar a cantar. Como se estivesse muito feliz!
Adore uma nova postura
Ora, você está induzindo um estado de felicidade. Então não pode ficar aí com os cabelos desgrenhados, a barba ou a depilação por fazer, com roupas amassadas, respiração superficial e os ombros caídos. Inspire fundo, coloque os ombros para trás, empine o peito, levante o queixo, tome um bom banho e coloque uma roupa que inspire confiança.
Elogie alguém
Você sabe qual a necessidade primária do ser humano, maior até do que a própria alimentação? É a necessidade de se sentir importante. Quando você elogia alguém sinceramente, está alimentando a alma dessa pessoa. Ela ficará bastante grata e você terá feito o bem. Isso aumenta enormemente a sua sensação de felicidade.
Dê algo a alguém, pelo prazer de dar
A mesma lógica se aplica a esse ponto. Faça um favor a alguém. Apenas por fazer. Se for algo que você sabe que a outra pessoa está precisando, mas mesmo assim não lhe pediu, melhor ainda. Doe dinheiro. Dê presentes apenas pela alegria de dar. Por mais simples que sejam. Se você quer ter felicidade, tem que distribuir felicidade.
Agradeça o que você já tem em vez de ficar focando no que não tem
Ficar apenas lamentando o carro que você não tem, a casa que queria, ou as roupas que gostaria não contribui em nada para a sua felicidade. Em vez disso, que tal agradecer pelo que já tem? Pela sua saúde, pela sua família, pelos seus amigos, pelos bens materiais que já conquistou?
O caminho voluntário para a alegria, se sua alegria já se perdeu, é sentir-se alegremente e agir e falar como se a alegria já estivesse presente. William James
Você não precisa mudar o mundo para ser feliz. Se conseguir alterar seus pensamentos a respeito das pessoas e das coisas, as pessoas e as coisas alterar-se-ão em relação a você. Isso terá efeito nos seus relacionamentos, nas suas finanças e – sobretudo – na sua saúde.
Lembre-se de que nada tem significado de forma absoluta. Nós é que atribuímos significados às coisas, baseados na nossa própria percepção.
Talvez você tenha ouvido falar na famigerada “Lei da Atração”. Pois bem, o grande erro que as pessoas têm ao interpretar essa “lei” é que o homem não atrai aquilo que deseja. Ele atrai aquilo que ele é. E ele é o que os seus pensamentos fazem dele.
Você pode ser tão feliz quanto resolver ser. Pense nisso e comece a agir feliz agora.

Fonte: http://mude.nu/felicidade/

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Corrupçã

Bom dia gente. Dando uma lida pelos sites que acompanho achei uma leitura bem interessante. Ea fala sobre a origem da palavra corrupção e o sentido real da palavra. Será que você sabe?

  Gráfico mostrando o nível de corrupção nos países do mundo. Quanto mais próximo do preto, mais corrupto o Estado é, quanto mais próximo do azul, menos.

Nós homens criamos alguns conceitos abstratos tão complexos que nós mesmos não compreendemos completamente. Ideias como decadência e corrupção, entre outras, permeiam o imaginário do ser humano há milênios. Presentes na cultura popular e em diversos tipos de manifestações artístico-culturais, esses conceitos se mesclam à história humana e influenciaram as artes e a cultura desde seus primórdios. Este segundo conceito, em especial, possui um significado bastante complexo e único, sendo inclusive visto de forma errônea muitas vezes e não entendido em sua forma completa.

Antes de prosseguir é preciso, então, responder a ideia principal desse texto: o que é a corrupção? Por que ela se faz tão presente em nossas vidas, mesmo que não entendamos completamente o seu significado? O senso comum trata, na maioria das vezes, apenas da corrupção de Estado, muito conhecida por nós brasileiros e tratado por muitos como o único tipo de corrupção existente. A corrupção estatal é vista pela população como lugar-comum e é uma ideia explorada exaustivamente. Consiste, basicamente, em tirar vantagem de um poder público para benefício privado, deturpando noções e leis estabelecidas pelo Estado. Mas, como foi dito, existem diversos tipos de corrupção, entre elas a moral.
A noção de corrupção mais crua se baseia na ideia de se tornar aquilo que outrora se abominava ou desprezava. Ou, na realidade, apenas algo diferente, simplesmente distinto ou oposto das características originais. O termo foi criado pelo famoso filósofo Aristóteles e significa, em tradução do latim, “deterioração”, embora tenha sido usado pelo estudioso de forma diferente, significando “totalmente quebrado” como uma ideia de mudança de características que não necessariamente representam uma decadência. Acredita-se que o filósofo romano Marcus Cícero seria quem deu o sentido de declínio que se tornou praticamente sinônimo do conceito.
Todos nós somos corruptos. Ou ao menos praticamente todos nós, já que generalizar toda a humanidade é algo no mínimo complicado. A ideia por trás dessa afirmação é simples e parte do próprio preceito etimológico original da palavra. Como já foi estabelecido, o termo corrupção pode tanto significar “deterioração”, como também uma simples mudança de características originais de algo, uma famosa “mudança”. Sendo assim, a corrupção não necessariamente significa algo negativo, ao contrário de como é vista pelas pessoas. Que pessoa, ao longo de sua vida, não mudou seu modo de pensar, de falar, de agir? É quase impensável imaginar alguém que não tenha mudado ao menos um pouco durante a sua existência. Sendo assim, segundo essa lógica, tomando o significado original do termo e por silogismo, é correto afirmar que o passado torna praticamente a todos corruptos. Nós mudamos o tempo todo durante a vida e a corrupção nada mais é do que uma mudança.
Russeau foi um dos mais conhecidos pensadores a discorrer sobre o conceito.
O famoso filosofo e cientista político francês Jacques Russeau também escreveu acerca da corrupção, para traçar suas ideias a respeito do Estado e de como a sociedade vai moldando o homem aos poucos. Em sua célebre frase “Todo homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe”, Russeau afirma que somos todos modelados de forma negativa pelas instituições, que nos tiram a liberdade e nos tornam diferente do que fomos originalmente. Basicamente, para ele, em um Estado de Natureza não existe a maldade, pois o homem nasce como um livro em branco, o convívio com outros homens ou com a cultura é que os transformará no que são. Tomando Adão e Eva como uma alegoria, ele diz que diz que eles eram puros, livres de qualquer pecado inicialmente, porém o fruto do conhecimento os corrompeu. Em outras palavras, Russeau diz que todo bebê humano ainda é um animal, um macaquinho despelado, e que precisa ser corrompido para se tormar humano (aprender a falar, escrever, ler, etc...).

O conceito aplicado na cultura popular

   A ideia de corrupção está presente na cultura popular desde que o homem começou a produzir cultura. Personagens corrompidos podem ser encontrados em milhares de manifestações culturais ou artísticas, desde o cinema, a literatura, a dança, a música e até em outros campos que fogem um pouco deste gênero, como a religião (sendo esta um dos campos pioneiros no uso do conceito, diga-se de passagem). A ideia de corrupção moral permeia diversas religiões e serve até como pilar para a maioria delas.
A religião cristã é um exemplo disso, o grande “antagonista” da Bíblia, se é que podemos chama-lo assim, é nosso querido Satã. Como é bem conhecido, Satã outrora fora um anjo (a maioria das versões o apontam como um anjo querubim, embora haja discussões sobre isso) que começou a mostrar orgulho excessivo e a desafiar o criador, se achando tão ou mais poderoso do que ele, o que eventualmente levou a uma grande guerra entre seus seguidores e os seguidores de deus. Tendo perdido, Lúcifer cai por fim em desgraça e é condenado ao inferno, junto de seus seguidores. Outrora um anjo, ele se transforma em um monstro cruel e passa a ser a representação da maldade na terra. Lúcifer é um exemplo perfeito de todos os sentidos de corrupção. Na história das religiões judaico-cristã esse anjo querubim entra em guerra para tentar assumir a liderança no céu. Corrompido por sua ambição por poder, ele se torna um simulacro do que fora outrora, mudando de um anjo para um monstro.
A queda de Lúcifer – Imagem retirada do Youtube
Mas não apenas nas religiões é possível encontrar essa influência. Na realidade, em praticamente qualquer manifestação artístico-cultural vê-se a presença do conceito. Tomando o cinema como exemplo, existem diversos filmes que abordam o tema, diretamente ou indiretamente. Talvez o maior deles seja a popular franquia Star Wars, muito famosa e conhecida por praticamente qualquer pessoa. Nesta série de filmes, a noção de corrupção aparece em seus mais diferentes significados, assim como em Zelda, por exemplo. Tem-se a corrupção clássica, mais conhecida por nós, a do Estado (principalmente na trilogia de prequela, onde aos poucos uma república vai se tornando um império ditatorial), até a moral, exemplificada pelo famoso Lado Negro da Força e principalmente pela deterioração moral de Anakin Skywalker até sua transformação em Darth Vader.
Darth Vader, por sinal, é a personificação da corrupção em pessoa. Outrora um jedi moralmente integro (embora com algumas características que já iam contra a ordem a qual pertencia e com um enorme ódio dentro de si), foi aos poucos sendo influenciado pelo medo, a raiva e o desespero, até que sem perceber se tornou aquilo que deveria combater. Seu ato maior de putrefação moral foi dizimar, sem mostrar qualquer tipo de remorsos, todo um grupo de crianças em treinamento que o enxergavam com respeito. O ódio acaba por cega-lo a tal ponto que ele ataca até aquela por quem havia deixado se corromper, sua esposa, sendo indiretamente causador de sua morte.
as etapas da vida de Anakin Skywalker, até sua transformação.
  Curiosamente Anakin Skywalker se corromperia uma vez mais, dessa vez positivamente, ao acabar com o império despótico que ele mesmo ajudou a criar. No final do sexto filme ele ataca e mata o imperador, ao vê-lo ir para cima de seu filho sem piedade após ter falhado em corrompe-lo. Anakin salva seu filho e tem sua então esperada redenção e, ambiguamente, muda de lado duas vezes, se corrompendo de sua própria corrupção. Um personagem bastante complexo, dominado pelo medo, ódio e raiva, como se pode enxergar em todos os seis primeiros filmes em que aparece.
Além de filmes, jogos, livros e artes em modo geral, pode-se encontrar a presença do conceito em histórias populares e folclóricas, tais quais a dos vampiros, por exemplo, que talvez sejam um dos grandes exemplos possíveis. A corrupção na história dos sugadores de sangue passa pelo fato de que, na maioria das versões, eles em algum momento eram humanos que acabaram sendo mordidos e se convertendo em uma criatura igual a que os mordeu, passando a sentir o mesmo desejo por sangue e por morder outras pessoas. E não só vampiros pegam emprestado essa noção na cultura popular, outras criaturas tais como lobisomens, normalmente possuem uma narrativa parecida.
Como já foi visto, a corrupção pode ser encontrada em praticamente qualquer lugar, em qualquer manifestação humana. Nos cinemas e na literatura ela marca presença há décadas, mas é só de um tempo para cá que ela tem começado a surgir nos jogos eletrônicos, até pelo fato desses serem um tipo de mídia muito mais recente. Exemplos não faltam e o conceito pode ser encontrado sendo usado diretamente ou indiretamente nos mais diversos jogos, das mais diferentes empresas, como vocês verão na parte dois deste artigo. 

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Maze Runner

Olá gente. Trago pra vocês uma mais uma série de livros. A série Maze Runner. Atualmente possuo apenas 4 livros. Assim que conseguir os outros já posto no blog. Mais tarde também irei postar os filmes.


The Maze Runner (Maze Runner no Brasil e em Portugal) é uma série de livros de ficção científica e ação escrita por James Dashner.[1] [2] A sextologia é composta por Correr ou Morrer (2009), Prova de Fogo (2010), e A Cura Mortal (2011), Ordem de Extermínio (2013), Arquivos (2014) e O Código da Febre (2016) .[1]

Livro 1 - Correr ou Morrer

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Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Livro 2 - Prova de Fogo

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Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um meio ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo.
Calor causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e um ar irrespirável – no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos – cada passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem avisar.
Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos, mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.

Livro 3 - A Cura Mortal

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Por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo CRUEL, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no CRUEL? Talvez a verdade seja ainda mais terrível... uma solução mortal, sem retorno.

Livro 4 - Ordem de Extermínio

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Antes de o CRUEL existir, antes que houvesse o labirinto e muito antes que Thomas ingressasse na Clareira, as chamas solares assolaram a Terra e destruíram o mundo que a humanidade considerava salvo...Mark e Trina estavam lá quando tudo aconteceu, e sobreviveram. Mas sobreviver as chamas foi fácil se comparado ao que viria depois. Agora, um vírus que toma conta da mente com violência e dor se espalha por todo lugar e existe algo muito suspeito sobre sua origem. Pior ainda: ele está em mutação e as evidências sugerem que a humanidade se ajoelhará diante do caos, prevendo uma morte inevitável e assustadora. Mark e Trina estão convencidos de que existe uma maneira de salvar os poucos que restaram. E estão certos de que podem encontrá-los. Porque neste novo e devastado mundo, cada vida tem um preço. A sua também. E para alguns, você vale muito mais morto do que vivo.
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